Mostrando postagens com marcador fotografia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fotografia. Mostrar todas as postagens

14 de novembro de 2009

Trabalho Descrição V

Exposição: Henri Cartier-Bresson: Fotógrafo

Local: Sesc Pinheiros - São Paulo




Obra analisada: Istambul, 1964. Acervo da Agência Magnum.

Artista: Henri Cartier-Bresson


Uma banal cena urbana: pessoas descendo uma escadaria, é transformada em uma ótima foto! Este é um exemplo de como a genialidade e aguçada percepção de um artista transforma uma paisagem nada especial em uma belíssima e primorosa composição. Explorou-se a sinuosidade da escadaria. A fotografia tirada de um ângulo na diagonal, valoriza as curvas por quebrar a monotonia das proporções que seriam registradas caso a foto fosse tirada de frente. Além disso, criou-se uma harmonia geométrica com duas linhas paralelas no centro. O corrimão das escadarias à esquerda e à direita formam um ziguezague, cujo efeito é ainda enfatizado e equilibrado com o posicionamento das quatro pessoas que também formam um ziguezague quando mentalmente interligadas. Certamente esta cena-paisagem passaria desapercebida por qualquer um de nós!


13 de junho de 2009

Exposição Vik Muniz

Pontos altos da exposição

- Desenhos feitos com arame: papel, substância física, desenho.
Sobre a escolha do material... "Lápis são como atores, bons atores não tem distinção entre ator e personagem. Arame são maus atores, as pessoas sempre ficam atentas ao meio de produzí-las."

-Série Monadas (Monads).
Pra começar, o que significa monada? Bem, é algo único, simples, que pode fazer parte de outros compostos, mas ela própria indestrutível, indissolúvel. Essa é a série composta por desenhos/esculturas feitas de brinquedinhos. Entende agora porque monadas?
Muito parecida com essa é a série Rebus. Onde imagens são formadas porém com brinquedinhos diversos.

"Você só é jovem uma vez na vida, mas isso pode durar a vida inteira" (V. M.)

-Série Earthworks.
A inspiração para esse trabalho foram as obras de earthwork, ou land art ou ainda earth art, que foi um movimento que emergiu nos Estados Unidos no final da década de 60 e início de 70. Era uma forma de protestar contra o mercade de artes. As esculturas eram feitas ao ar livre e sujeitas a intempéries, ou seja, eram efêmeras, portanto o que restou delas são apenas registros de vídeo e fotografia. Uns de seus maiores expoentes são : Robert Smithson (Spiral Jetty), Michael Heizer e Walter de Maria.
Nessa série ele brinca com as fotos dos desenhos simples e bobos feitos nas areias do deserto em tamanho gigante e outras em tamanho pequenos misturadas, convidando o espectador a distingui-las.

Uma coisa que chama a atenção é o grande senso de humor do artista. Pois vendo vídeos de entrevistas e workshops, você percebe o quanto além de criativo, sensível e inteligente ele é muito alegre e de bem com a vida!




24 de março de 2008

Visita ao Instituto Tomie Ohtake

O espaço criado para abrigar tendências nacionais e internacionais de expressões artísticas contemporâneas foi inaugurados em novembro de 2001. Possui salas de exposições, seminários, cursos, além de lojas, restaurante, instalado num complexo empresarial. Existe também projetos para a construção de teatros e cinema. O passeio foi mais para ver uma exposição de fotografia do Cristiano Mascaro (1944), mas aproveitamos para também apreciar os trabalhos de Dudi Maia Rosa e as gravuras de Anna Letycia.

Sobre o primeiro, fotógrafo e arquiteto de formação (FAU- USP) que trabalha com fotografia desde fins da década de 60, a exposição Todos os Olhares tenta mostrar um panorama do conjunto dos seus trabalhos de 1980 até 2008. Mas Mascaro se
 especializou em fotos urbanas, das cidades e suas arquiteturas contemporâneas aos patrimônios históricos. Observando os detalhes dos edifícios, a composição e texturas, fazendo suas interpretações poéticas sobre os objetos fotografados, preferencialmente em preto e
 branco.

Em Gravuras de Anna Letycia (1929) o que se propõe é um passeio por entre suas obras da primeira fase do figuratismo, que foi passando por transformações chegando ao abstracionismo, aprimorando seu domínio técnico e estético e renovando suas inspirações.


Eu Sou Um Outro de Dudi Maia Rosa (1946), é uma exposição de vinte e duas pinturas, sem título, feitas durante o ano de 2007, de 200cm X 200cm usando resina de poliéster pigmentada sobre fibra de fibro como suporte para as pinturas. Desde meados da década de 80, o artista troca os pincéis, tinta e tela por esses novos materiais.


29 de fevereiro de 2008

Sleeveface - Seu cara de capa!!

O site sleeveface convida pessoas a posarem com capas de LP e depois mandarem as fotos para serem publicadas por ele.
O projeto foi criado por um apresentador de rádio no País de Gales, e já ganhou adeptos por todo o mundo, atraindo a atenção principalmente de colecionadores de vinil.
Mais fotos ridículas, engraçadas e criativas podem ser encontradas também no Flickr, na Comunidade Sleeveface do Facebook, além de vídeo de "Como fazer um sleeveface" no You Tube.